Alunos participam do PoliONU 2018

No PoliONU deste ano, o Colégio Progressão levou uma delegação composta por 70 alunos

Os alunos do Colégio Progressão participaram da maior simulação da ONU organizada por estudantes, o PoliONU. Por conta das paralisações ocorridas no feriado de Corpus Christi, a data do evento precisou ser alterada, mas nem mesmo isso diminuiu a vontade de participar do evento.

Neste ano, o PoliONU chega a sua 13ª edição com o mesmo compromisso em fomentar o espírito da coletividade e humanidade entre seus participantes. “O PoliONU é um evento importante do ponto de vista pedagógico, pois ele faz o aluno associar a teoria à prática. Os conteúdos que ele aprende nos livros podem ser aplicados diretamente nos debates em que ele está envolvido nos quatro dias de simulação”,  disse Frederico Júnior, Coordenador do PoliONU 2018.

Frederico acredita que o evento torna o aluno mais responsável. “O PoliONU mostra quando os alunos são colocados diante de responsabilidades eles estão prontos para assumir essas responsabilidades. São eles que pensam nos temas, são eles que organizam os comitês e escrevem as guias. Permite um crescimento para os alunos que estão participando, permite uma experiência de vida bastante única e mostra que nossos jovens são muito mais do que a gente às vezes imagina”, disse.

Foi neste ano também que o Colégio Progressão levou o maior número de alunos ao evento desde a primeira edição. Ao todo, 70 estudantes participaram da reunião. “A nossa participação no PoliONU começou com 10 alunos, isso em 2009. Nesta edição trouxemos 70 alunos. Todos eles engajados. Isso é o mais importante”, disse Felipe Gomes, Coordenador do Colégio Progressão – Pindamonhangaba.

O evento segue à risca as mesmas características de um encontro oficial realizado pela ONU. Os participantes entram no espírito e se caracterizam de acordo com o país que representam. Outra característica marcante do PoliONU é a possibilidade do aluno conhecer a realidade da nação que está representando, com isso, torna-se o verdadeiro protagonista nas discussões e é desafiado a demonstrar todo o conhecimento por meio da oratória. Para aluna da 3ª série Medicina Progressão, Sofia Fernandes, o PoliONU é a oportunidade para compreender visões de mundos diferentes. “Defender um ponto de vista diferente do nosso é exatamente a chave do PoliONU, que é entender o ponto de vista de outras pessoas, de outros lugares do mundo. E na hora do debate você tem que ser um personagem. Você não pode ser você mesmo com suas crenças e sua religião, com a sua criação. Precisa ser outra pessoa para poder entender a outra pessoa”, disse a aluna.

Mariana Darwich, aluna da 2ª série do Ensino Médio do Colégio Progressão – Unidade Pindamonhangaba, acredita que o evento seja  é um celeiro de novas ideias que podem ser colocadas em prática. “A gente está formando aqui pessoas que no futuro vão fazer simulações parecidas em escolas públicas ou que vão fundar ONG’s e é muito importante isso”, opinou.

“A gente não vai mudar o mundo só com uma simulação, mas já é uma sementinha e toda sementinha é bem-vinda”, finalizou Mariana.