Progressão bate recorde de candidatos em concurso de bolsas

O Colégio Progressão, de Taubaté/SP, realizou no dia 6 de outubro o concurso de bolsas para o 1º ano do ensino médio – 2006. Nesse ano, o limite de inscrições superou todos os concursos anteriores: 521 inscrições, com abstenção de 11,4%.

Foram duas horas e meia de provas para resolução de questões de matemática e língua portuguesa, além de uma redação sobre o ato de escrever, sob o tema: “Ninguém é capaz de escrever bem, se não sabe bem o que vai escrever.”.

Esse ano o Progressão realizou concurso de bolsas apenas para alunos da 8ª série, que irão cursar o 1º ano do ensino médio em 2006. O índice de abstenção (11,4%) foi menor em relação a 2004, quando o colégio abriu concurso para vagas em todas as séries do ensino médio.

Na avaliação do diretor-geral, Lício Lins Barradas Jr., o aumento no número de inscrições e o baixo índice de ausência mostram o nível de ensino oferecido pelo colégio. “Isso é o reflexo da nossa excelência em educação na cidade”, define.

 

Enquanto os candidatos faziam a prova nas 10 salas destinadas ao concurso, pais e parentes esperavam com ansiedade do lado de fora. Sandra Flausino Barbosa, professora em São José dos Campos, trouxe o sobrinho para fazer a prova. Segundo Sandra, ele já fez o concurso em outros colégios, mas a preferência é que ele estude no Progressão. “Conheço os coordenadores e alguns professores, sei da qualidade no ensino, confio no colégio”, comenta.

Com a forte concorrência na busca por uma bolsa de estudos, alguns candidatos se prepararam para a prova revisando a matéria do ensino fundamental. “Como muita gente comenta o nível de ensino aplicado no Progressão, me preparei durante a semana”, relata Maria Letícia, aluna da rede particular de ensino. Ao contrário de Letícia, a candidata Maria Cristina de Oliveira, aluna da rede pública, achou difícil a prova. “Algumas questões de matemática eu ainda não vi na escola”, justifica. O aluno Luiz Gustavo do Santos, 15 anos, de Lagoinha (SP), não poupou críticas à falta de estrutura da rede pública. “Vim fazer a prova e achei um pouco difícil, muita coisa ainda nem vi, o professor sempre senta no fundo da sala e não aplica matéria”, reclama.

 

AULA ESPECIAL – No dia anterior, dia 5 de outubro, os candidatos participaram de uma aula especial com os professores André “Cão” (Matemática), Adriano “Flokinho” (Química), Paula Guimarães (Redação) e Vladir (Física). “É uma aula totalmente diferente das que estamos acostumados na escola”, comentou a aluna Ariana Érika, da rede municipal de ensino.
A aula promovida foi uma oportunidade para os estudantes conhecerem parte do time de professores do Colégio Progressão, além da seriedade e disciplina nos estudos.

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